Guia de Marca · OGS tech · Ed. 03

Tecnologia que
leva o seu negócio
além ›››

A gente junta marca, produto e IA num pacote só — e transforma isso em resultado pra pequena e média empresa. Sem software solto, sem design solto.

Your business. Further. Future‑Ready.

0

Sumário

a marca em uma tela

Antes de tudo, o resumo: o que é a marca em uma frase, o símbolo, e o mapa de leitura. Se você tem dois minutos, é só esta parte que importa.

0 A ideia toda

A OGS é o parceiro de tecnologia da pequena empresa.

A gente traduz IA em resultado para quem não sabe fazer sozinho — marca, produto e implementação numa entrega só.

O símbolo

É uma nave. Em pixels.

Uma nave em pixels subindo pra frente e pra cima — leva o negócio além, que é exatamente o que a OGS faz com a tecnologia da sua empresa: pega e faz decolar. O casco é simétrico por construção: metade é desenhada, a outra é espelho. E o campo âmbar atrás dela não é pintado em cima — a nave é recortada dele, o mesmo âmbar que aparece em tudo.

Ver o símbolo por inteiro →
1Pesquisa

O que descobrimos olhando os números — com fonte e ano.

  1. 1.1 O tamanho do mercado
  2. 1.2 A demanda e a brecha
  3. 1.3 Quem já está lá
1

Pesquisa

o que descobrimos

Antes de inventar moda, a gente foi olhar os números: quanto vale o mercado, o que as empresas querem e quem já está lá. Tudo com fonte e ano — nada de achismo. É o chão em que a marca foi construída.

1.1 O tamanho do mercado ABES/IDC · SEBRAE

Mercado grande — mas crescendo mais devagar.

O bolso de tecnologia do Brasil é enorme e ainda cresce. Só que a maré está perdendo força. Tradução: daqui pra frente, crescer é tirar espaço dos outros — não só pegar carona no bolo aumentando.

US$ 67,8 bi
É o tamanho do mercado de TI no Brasil (2025) — o 10º maior do mundo
ABES/IDC · 2026
+18,5% → +5,3%
Cresceu rápido em 2025, mas a previsão pra 2026 é bem mais lenta
ABES/IDC · 2026
US$ 31 bi
É a fatia de Software & Serviços — onde a OGS de fato joga · 41.732 empresas
ABES/IDC · 2024

→Quanto desse mercado a OGS pode mirar

Não existe número público de "quanto a PME gasta com tecnologia" (essa lacuna a gente confirmou). Então o funil abaixo é um chute com conta — premissas explícitas, ancoradas no teto que já está verificado. O âmbar marca a fatia que a marca realmente assina.

TAM
US$ 31 bi
Tudo de Software & Serviços no Brasil (2024) — o teto, todos os portes
SAM
a calibrar
A parte que cabe a PMEs + startups — falta o número (botão nº 1)
SOM
a calibrar
O que a OGS captura de verdade em 3 anos, com um ponto de entrada — botão nº 2
Onde falta dado — e a gente assume

Pra fechar o funil faltam dois números sem fonte pública confiável: (a) quanto uma PME/startup gasta por ano em tecnologia; (b) o tamanho do mercado de software houses pra PME. O certo é validar com dado da própria OGS (ticket médio real × clientes alcançáveis) antes de cravar meta.

A fatia que importa de verdade

Dos ~22 milhões de pequenos negócios, ~78% das aberturas de 2024 foram MEI — orçamento de tecnologia ≈ zero. O cliente que paga é o pedaço estruturado: PME formalizada + as 20 mil startups ativas (SaaS é o modelo nº 1, 39%). É menor do que parece — mas tem ticket e recorrência de verdade.

1.2 A demanda e a brecha SEBRAE/FGV/Google

Todo mundo conhece IA. Quase ninguém usa.

Esta é a tensão que dá razão de existir à OGS. Guarde este número — ele volta na estratégia e até no UI Kit.

96% conhecem IA · só 15% usam direito

96% das micro e pequenas empresas dizem conhecer IA generativa. Mas só 15% usam com frequência (contra 35% das médias e grandes). O SEBRAE explica: o problema é "falta de orientação", não falta de acesso.

Ou seja: a barreira do cliente não é desconhecer tecnologia — é não saber como colocar pra rodar. Isso prova que existe demanda por IA aplicada + serviço, não por software cru jogado por cima do balcão. É a ponte que um híbrido (marca + tech) sabe construir.

→PME e startup compram de jeitos diferentes

 PME estruturadaStartup
O que precisaDigitalizar a operação, ganhar eficiência, cortar custo e erroConstruir produto, escalar, time de engenharia enxuto
O que faz comprarUma dor concreta (fiscal, vendas, gestão) + alguém que implementeVelocidade de lançar, captação, pressão de roadmap
O modelo que prefereSaaS pronto + serviço de implementaçãoSaaS (39%) e desenvolvimento sob medida
Onde encaixa na OGSStudio (produto) + Partners (implementação)Partners (engenharia sob medida) + Engine

A porta está aberta: maturidade digital no meio do caminho (35 de 80), 44% já usam alguma IA no dia a dia e 75% vendem por canais digitais. Só falta quem conduza a jornada com profundidade.

1.3 Quem já está lá imprensa de negócios

Os grandes são fortes em gestão — e fracos onde a OGS entra.

Os consolidadores dominam o topo de "tecnologia pra PME". Não são rivais em cada negócio — são a régua da ambição. Como vivem de ERP/gestão, deixam aberto o flanco de IA aplicada + marca + serviço.

Aviso de confiança do dado

Os valores aqui vêm de imprensa de negócios séria, mas não passaram pela checagem tripla das outras seções. Trate como "reportado por", fonte única — reconfirme nos balanços da B3 antes de decisão de peso.

QuemPorte / movimentoBase & focoFonte
TOTVS
B3 · TOTS3
R$ 5,38 bi (2024, +17,5%)~88% da receita é recorrente; ERP, RD Station, techfinTI Inside, 2025
Omie
privada · VC
Série D US$ 150M · val. US$ 700M~180 mil clientes; ERP na nuvem pra PME; 28 mil contadores como canalNeofeed / Bloomberg, 2025
Conta Azul
adquirida
Visma ~US$ 300M~100 mil clientes PME; gestão financeira / ERPBrazil Journal, 2025
Nuvemshop
privada
GMV de PMEs R$ 4,7 bi (2024)Plataforma de e-commerce pra PME e lojistasE-Commerce Brasil, 2024

O cantinho vazio que a tabela mostra

Os líderes cresceram verticalizando em ERP/gestão, com canal (a Omie tem 28 mil contadores) e dinheiro (Série D, aquisições). Dois aprendizados: (1) escala em tech-pra-PME se constrói com recorrência + canal, não com projeto avulso; (2) quase ninguém entrega IA aplicada + marca + serviço num pacote só. É aí que o híbrido tem ar pra respirar.

2

Estratégia

o que vamos fazer

Olhando os números, aqui está o plano. Primeiro por que a gente existe, depois quem a gente é, e por fim onde jogar pra ganhar. Tudo fecha de volta na crença.

2.1 Por que existimos Sinek

Começa pela crença — e desce até o produto.

Toda decisão da marca parte do meio: a crença. O método e os produtos vêm depois — nunca primeiro. Se começar pelo produto, vira commodity. Por isso o âmbar fica no centro: o porquê é o núcleo.

Porquê

Toda PME merece tecnologia de ponta.

Não só as gigantes. Levar tecnologia de qualidade pra pequena e média empresa do Brasil é a crença que move tudo.

Como

Um híbrido brand-tech, em PT e EN.

IA aplicada + serviço + open source numa entrega só. A ponte entre a empresa que ouviu falar de IA e a que sabe usá-la.

O quê

Partners · Studio · Engine.

Engenharia sob medida, produtos que escalam e a base técnica. O quê é consequência do porquê — nunca o contrário.

VisãoSer a maior empresa de tecnologia pra PMEs do Brasil.
SignificadoResultado, não ferramenta. IA que vira lucro.
AutenticidadeTecnologia de verdade, ética e direta — sem hype.
DiferençaMarca + integração + confiança onde a IA vira commodity.
CoerênciaUm sistema, três marcas, uma voz bilíngue.
DurabilidadeCor e letra medidas pra envelhecer bem.

→A arquitetura — uma casa, três marcas

O "o quê" do círculo de ouro vira estrutura: uma casa endossa três marcas, mesmo símbolo, papéis distintos.

Uma casa endossa as três Wheeler · branded house
OGS tech
OGS PartnersEngenharia e serviços sob medida.
OGS StudioProdutos que escalam.
OGS EngineBase técnica — a casa de máquinas.

2.2 As frases oficiais Wheeler · OGS

As frases que não mudam a cada campanha.

Estes são os enunciados oficiais da marca — o que fica registrado e não muda ao sabor do anúncio. Bilíngues por princípio: cada um traz EN e PT lado a lado, porque a marca pensa e entrega nas duas línguas. A letra arredondada diz a frase (voz humana); a mono rotula e traduz (voz da máquina).

MissãoMission
Technology that takes your business further.
Tecnologia que leva o seu negócio além.
PropósitoPurpose · o porquê
Tecnologia de qualidade não deveria ser privilégio de empresa grande.
Quality technology shouldn’t be a privilege reserved for big companies.
VisãoVision
Ser a maior empresa de tecnologia pra pequenas e médias empresas do Brasil.
To become Brazil’s largest technology company for small and medium businesses.
ValoresValues
We lead with ethics, we grow together.
Lideramos com ética, crescemos juntos.

E bilíngue de verdade: português e inglês não são tradução de fachada — é como a marca pensa, contrata e documenta. PT · EN é um valor, não um recurso.

Slogan
Your business. Further. Future‑Ready.

2.3 Como nos vemos Kapferer

Seis lados — do que a marca mostra ao que o cliente vê em si.

Um jeito de olhar a identidade por seis lados: o que a marca mostra pra fora × o que ela é por dentro; e o que a marca projeta × o que o cliente reflete de volta. As cores seguem o sistema: âmbar para o que aparece, índigo para o que estrutura por dentro.

← o que aparece (imagem)o que estrutura (espírito) →
A marca · como ela se mostra
Físicoo que entrega

SaaS · IA & agentes · open source. O que a marca tem de concreto pra mostrar.

Personalidadeo jeito

Técnica, ética, direta — moderna e bilíngue. Como seria, se a marca fosse uma pessoa.

A ponte · relação e cultura
Relaçãoo vínculo

Parceria que leva o negócio além. O que a marca propõe ao cliente.

Culturaos valores

Ética e pessoas em primeiro lugar. O que guia a marca por dentro.

O cliente · quem a marca reflete
Reflexoquem usa

PMEs ambiciosas — inclui negócios de criadores. Como o público aparece.

Autoimagemcomo se sente

Empreendedor pronto pro futuro. Como o cliente passa a se ver ao escolher a marca.

2.4 Forças e fraquezas SWOT

Um raio-x honesto — à luz dos dados, não do achismo.

Quatro caixas: no que somos fortes, onde somos frágeis, as portas abertas e os perigos. Cada item vem de um achado da pesquisa. As cores aqui são o sistema de estados (positivo/negativo) — por isso o verde aparece: é estado, não marca.

◆ Forças

  • Híbrido brand-tech — marca + produto + serviço num pacote que quase ninguém entrega
  • Três marcas cobrindo serviço (Partners), produto (Studio) e infra (Engine)
  • IA aplicada + open source no centro — a categoria que mais cresce (+30%/ano)
  • Método e identidade próprios num setor de fornecedores tudo igual (94,5% micro/pequenas)

◆ Fraquezas

  • Escala — os rivais têm centenas de milhares de clientes e Série D de 9 dígitos
  • Sem canal de distribuição comparável (a Omie tem 28 mil contadores)
  • Recorrência a construir — os líderes têm ~88%; projeto avulso não escala
  • Dado próprio (ticket, CAC) ainda não consolidado pra fechar o funil

◆ Oportunidades

  • A brecha da IA — 96% conhecem, 15% usam. Demanda por quem implementa
  • Espaço pra digitalizar — maturidade no meio (35/80), 22 mi de negócios
  • Consolidação (+71% de fusões) abre espaço pra se posicionar ou ser comprado
  • Quanto mais IA vira commodity, mais valem marca, integração e confiança

◆ Ameaças

  • Consolidadores com caixa descendo pra IA e serviço
  • IA e no-code empurrando preço pra baixo na base
  • Desaceleração — de +18,5% pra +5,3% previsto em 2026
  • Guerra por talento de engenharia/IA com players bem financiados

A leitura que decide tudo (força × oportunidade)

A força "híbrido brand-tech" encontra a oportunidade "brecha da IA": o mercado não precisa de mais um SaaS nem de mais uma agência — precisa de quem traduza IA em resultado pra PME que não sabe fazer sozinha. É um terreno onde a escala importa menos (nicho de serviço + produto) e onde os grandes são fracos (presos a ERP/gestão).

2.5 O plano em 5 passos

Cinco movimentos que saem direto dos dados.

Não é tudo que a OGS pode fazer — é onde os dados dizem pra focar primeiro. Cada passo fecha de volta no porquê.

1

Onde entrar: a PME que quer IA mas não sabe implementar

Não brigar por volume na base (MEI, faça-você-mesmo) nem de frente com os grandes em ERP. Mirar o meio esquecido: PME formalizada e startup, nos 85% que não usam IA com profundidade. Demanda comprovada, flanco aberto dos líderes.

2

O que vender: "IA que vira resultado" — não software, não design

Vender o que o híbrido faz e o rival não: marca + produto + implementação de IA numa entrega só. A marca deixa de ser linha separada e vira o diferencial que protege contra a commodity.

3

Como cobrar: construir recorrência, não viver de projeto

Os líderes têm ~88% de receita recorrente. Usar o Partners (implementação) como porta de entrada e converter pra Studio (assinatura) — o projeto planta o SaaS. O Engine (open source) sustenta margem e credibilidade.

4

Como chegar: resolver a fraqueza de canal

A maior desvantagem contra Omie/TOTVS é distribuição. Desenhar um canal próprio (parcerias de setor, contadores, comunidades, conteúdo e open source como aquisição) antes de escalar a oferta.

5

O que medir: os 4 números que importam

① Receita recorrente (%) — sair do projeto rumo ao SaaS · ② Ticket médio e CAC reais — pra fechar o funil · ③ Conversão Partners→Studio — o motor do modelo · ④ Profundidade de uso de IA do cliente — a prova de que a OGS fecha a brecha dos 15%.

Fontes · ABES/IDC — Mercado Brasileiro de Software (ed.22) · SEBRAE + FGV-IBRE + Google — IA generativa nas MPEs · Agência SEBRAE — pequenos negócios & MEI · Obs. Sebrae Startups / ABStartups · Questum — M&A H1 2025 · TI Inside · Brazil Journal · Neofeed · Bloomberg Línea · E-Commerce Brasil.
Cuidados · "TI" (US$ 67,8 bi) ≠ "TIC" (US$ 96,5 bi, inclui telecom) — não somar. Previsão ≠ realizado. Concorrência é fonte única — reconfirmar nos balanços da B3.
3

Identidade

como a marca se parece e fala

Agora a parte que se vê e se ouve: o símbolo, a direção visual, as cores, as letras e como tudo se junta no mundo. Nada aqui é enfeite — cada escolha diz algo da estratégia.

3.1 O símbolo

A grade é a engenharia. A nave é pra onde ela leva.

O vão até a sombra é o quanto ela já subiu — e o cliente é quem está no comando. A atitude não é gosto: são 0°, e a asa é desenhada e apresentada em pé, sempre. Uma asa voadora se reconhece por duas coisas ao mesmo tempo, simetria num eixo vertical e a serra correndo na horizontal: girar quebra as duas de uma vez.

Primário · no claro
Invertido · no escuro

→As versões

Quatro versões cobrem tudo. As coloridas usam uma cor de casco + a sombra âmbar. As mono são uma tinta só, sem âmbar — a sombra continua existindo ali, porque ela é separada do casco por um vão de uma célula: sobrevive a gravação, baixo relevo e qualquer reprodução barata.

PrimárioÍndigo no claro · campo âmbar.
InvertidoPapel no escuro · campo âmbar.
Mono tintaUma cor, sem âmbar. Pra gravação.
Mono claroUma cor no escuro. Carimbo.

→Como a nave é construída

A nave não é um bitmap desenhado à mão — ela nasce como composição de peças em polígono e é rasterizada na grade por código. É o inverso de 1978, quando o sprite nascia em papel quadriculado e virava hex na ROM. Abaixo, as peças originais por cima das células que elas acenderam: uma fuselagem que encosta no eixo e espelha em si mesma, um par de asas, um par de motores, e uma cabine que não pinta — ela apaga, e por isso sai tracejada. O conjunto é girado 45° — a nave é desenhada em pé e apresentada inclinada, sempre. Atrás dela vem o campo âmbar, um círculo separado do casco por um vão de uma célula. A consequência prática de nascer polígono: mudar a densidade da grade é mudar um número, não redesenhar.

bicoasaserravãosombra
Grid de construção · 2 peças → 295 células

Os contornos são o desenho original — duas peças, em pé — e as células são o que a rasterização acendeu, com supersample de 4×4, mais a higiene: respingo de fase sai, e pedaço de âmbar menor que o piso sai junto. O retângulo tracejado é a moldura que trava a escala; as duas linhas em ouro marcam o vão entre a asa e a sombra. Nenhum dos dois é escolhido: a moldura é resolvida por grade, pra que a envergadura chegue o mais perto possível de N−2 células — e, quando a amostragem empata, quem desempata é a serra, que abaixo de três células some. Nada aqui é desenhado duas vezes: metade da fuselagem é digitada e o espelho entrega a outra, e a asa, que não encosta no eixo, vira duas.

Forma final

A silhueta chapada fecha o desenho — casco com a sombra âmbar, ou uma tinta só. Lê em qualquer fundo, sem variante de reserva.

→Do avatar ao favicon de 16px

O teste decisivo não mudou: a marca não pode virar mancha no tamanho mínimo. O que mudou é que ela passa com uma grade só — o mesmo 28×28 do hero em todos os degraus, do avatar ao favicon. Houve um segundo desenho, numa grade de 9, e ele saiu.

Saiu porque o que apaga a marca aos 16 px não é a finura da grade: é o shape-rendering: crispEdges. Encaixando uma célula de 0,57 px num pixel inteiro, fileiras inteiras somem. Sem ele o navegador mistura, e o que resta é a massa da asa — que é exatamente o que o olho lê a esse tamanho. A asa sobrevive à redução porque é larga, chata e sem vazio; a nave anterior não sobrevivia porque era o oposto, compacta e com o furo da cabine, e furo de uma célula lê defeito, não cabine.

16 px
24 px
32 px
48 px
avatar 72

28×28, e só. É a marca em todo tamanho — lockup, papelaria, cartão, e‑mail, avatar, a abertura desta página, o painel ao vivo da seção 3.1, os vídeos da assinatura e o favicon de 16 px. Houve duas outras grades, o 14×14 e o 9×9, e as duas saíram pelo mesmo argumento, medido com dez meses de distância: uma amostragem fina degrada melhor que uma grossa, mesmo com a célula abaixo do pixel. Se dois pontos da marca parecem trazer logos diferentes, agora é porque um deles está desatualizado — não porque escolheu outra densidade.

O favicon desta página se adapta ao modo do sistema: a media query mora dentro do SVG, e o casco vai de índigo a creme quando a barra do navegador escurece. Quem demonstra isso é a aba aí em cima, e não uma amostra colada aqui — uma cópia pintada à mão sairia do alcance do --check e passaria a mentir sozinha. O âmbar não entra na regra: ele contrasta com as duas barras, o que faz da sombra o único elemento que lê em qualquer modo sem depender de acertar a detecção.

→Com o nome: o lockup

O símbolo carrega sozinho. Com o nome, fecha a assinatura: símbolo + OGS tech na mesma grotesca do guia. O nome corre sólido; o descritor tech puxa o âmbar — o mesmo sinal do campo, costurado de novo. Horizontal pra assinaturas largas; empilhado (símbolo → OGS → tech) pra espaços quadrados.

Horizontal
OGStech
Empilhado
OGStech

→O símbolo em movimento

A mesma grade, agora no tempo. A marca se monta peça por peça e cresce pela envergadura: a espinha primeiro, as asas abrindo pros dois lados no mesmo instante. A sombra âmbar não tem tempo próprio — cada célula dela acende junto com a célula de casco que a lança, porque sombra é projetada e não pode existir antes da coisa que a projeta. Montada, a marca decola: a aeronave sobe, a sombra cede, e o vão entre as duas abre. É o mesmo vão que a forma usa como régua — aqui ele vira movimento. São três peças, e cada uma serve um momento. A animação ao vivo — CSS puro, o mesmo desenho que abre esta página, sem nenhum arquivo de vídeo. A assinatura oficial em vídeo, com a trilha sonora — clique no play pra assistir com som. E a espera: o mesmo voo em laço perfeito, que é a animação de carregamento da marca. Os arquivos pra download estão em Touchpoints.

Ao vivo · CSS puro · 1,85 s + respiro

Fuselagem → asas, a sombra junto. Entre as peças manda a ordem em que um veículo se monta: o corpo, que encosta no eixo, e depois as asas, que penduram nele. Dentro de cada peça manda a envergadura — as duas asas em uníssono, porque numa forma simétrica por construção defasá-las desmentiria o desenho. Montada, o vão abre: a aeronave sobe uma célula, a sombra cede outra. Sempre em célula inteira — meia célula cairia entre dois pixels e viraria tremor.

Assinatura oficial · 16:9 · com som

MP4 1920×1080 · 3,2 s · pra aberturas de vídeo e apresentações. Clique pra tocar; clique de novo pra pausar.

Espera · 1:1 · laço de 3,45 s · mudo

O mesmo voo, sem começo nem fim: a aeronave sobe, a sombra cede e o vão abre — uma, três, cinco células e de volta. Duas células de movimento pra cada célula de vão, a mesma repartição do clímax ao lado. E sempre em célula inteira, pela mesma razão: em fração, crispEdges encaixa cada posição num pixel e o voo vira tremor. É a animação de carregamento — e de avatar e tela parada. Roda sozinha, porque espera não tem botão; sem som, porque trilha repetindo cansa. Em e-mail ela vira o GIF transparente da assinatura.

Célula cheia, sem meio-tom

A nave é uma grade de células chapadas, sem contorno e sem anti-alias. Reproduz em bordado, gravação, fax e favicon — sem variante de reserva.

A sombra é quem dá altura

O âmbar é chão, não adorno: é o vão entre a asa e a sombra que mede o quanto ela subiu. E é a parte da marca que lê em qualquer fundo, claro ou escuro. É o mesmo âmbar do tech no nome e dos sinais da tela.

Densidade que acompanha o tamanho

Nove células no favicon, catorze na interface, vinte e oito no letreiro. A nave nasce polígono e é rasterizada por código — mudar a grade é mudar um número, não redesenhar.

3.2 A direção visual

Quatro pilares que toda decisão precisa servir.

A aparência traduz o posicionamento: sólida e confiável, com calor humano — tecnologia de verdade, acessível à PME, sem virar "mais uma startup de IA".

01 · Solidez

Solidez técnica

Tecnologia de verdade, não hype. Base escura, estrutura firme.

02 · Acesso

Acessível

Coisa de gente grande sem intimidar. Texto legível, tom direto, âmbar que acolhe.

03 · Futuro

Moderna

IA e automação, futuro próximo — não ficção científica.

04 · Pessoas

Ética & pessoas

Calor humano dentro do contexto tech. Luz quente, gente real.

SólidaSolid AplicadaApplied DiretaDirect HumanaHuman AbertaOpen source BilíngueBilingual ConfiávelTrusted Future-readyPronta

3.3 Texturas

Quatro padrões que dizem algo — não decoram.

Cada textura carrega uma ideia: sistema, máquina, futuro próximo e dados.

Grade

Sistema, precisão, engenharia. Estrutura de fundo discreta.

Circuito

A casa de máquinas (Engine). Traços de âmbar sobre índigo.

Aurora

Modernidade e futuro próximo. Calor de âmbar invadindo o frio.

Matriz de dados

IA e dados. Nós pulsando num campo regular.

3.4 Fotografia

Gente real, luz quente, ambiente técnico frio.

Documental, não banco de imagem. Luz âmbar sobre pessoas e mãos, contra fundos de índigo profundo — a mesma dualidade quente/frio da paleta.

DocumentalLuz âmbar Fundo índigoContraste alto ✕ sorriso de stock✕ neon sci-fi✕ verde
Retrato no escuro

Fundador(a) iluminado por luz quente lateral; o resto na sombra.

Casa de máquinas

Engine: profundidade fria com nós de âmbar acendendo.

Mãos na operação

Trabalho real: luz quente na mesa, telas frias ao redor.

Sinal de dados

IA aplicada: a linha de dados sobe, nó âmbar no resultado.

3.5 As cores Munsell · Itten · Albers · WCAG

Cor medida, não escolhida no escuro.

Índigo lidera; âmbar assina; verde só em estado — nunca na identidade. Mas o método é o que importa: as cores são derivadas de uma única régua de claridade — não escolhidas e rotuladas depois. E cada par de texto foi medido (a conta de contraste do WCAG), pra garantir que se lê.

A régua — 11 degraus de claridade · 3 famílias

Pensa numa escada de claridade: todas as cores moram nela. As cores que a marca já usava viraram degraus marcados — não hexes soltos. Mexeu de cor? Sobe ou desce o degrau, não inventa um novo. O ouro antigo saiu: era um ponto solto, fora de qualquer rampa.

Índigoestrutura · H≈279° · a “noite da IA”
950#0A0927
= ink
900#14133A
800#201F53
= disco
700#302F76
600#4442A5
= sinal
500#5D58E1
400#7C81F0
300#9CA4F9
200#BDC4FF
100#DBDFFE
050#F0F2FE
Âmbarassinatura · H≈75° · o quente que fecha o par
950#170C00
900#251600
800#382300
700#513400
texto/claro
600#704A02
500#966506
400#BF8107
sombra/assina
300#E39C19
brilho
200#F1BF79
100#FCDCB1
050#FFF0DD
Neutrosuperfícies · texto · H≈70° quente · liga no âmbar
950#110E0A
900#1C1915
800#2B2722
700#3E3A34
600#57514B
500#756F68
400#948E88
= névoa
300#B1ABA5
200#CDC8C3
100#E5E0DB
= papel
050#F6F2ED

Por que âmbar e índigo combinam — Itten

Quente × frioO eixo da marca: âmbar quente contra índigo frio — lados opostos da roda. É a tensão que dá vida ao par.
Quase complementaresÂmbar e índigo-violeta caem quase em frente um do outro — por isso o par "vibra" e se equilibra.
Claro × escuroEstrutura: papel claro sobre tinta escura — o máximo de contraste na régua compartilhada.
SaturaçãoÂmbar e violeta no pico de cor da rampa, contra neutros quase sem cor (chumbo).
Influência mútuaO âmbar puxa um leve violeta nos neutros — veja o estudo do Albers logo abaixo.
Proporção 3:1A regra do acento: o âmbar ocupa no máximo ¼ da área. O resto respira índigo.
índigo · 3
1

A cor é relativa — Albers

O mesmo #E39C19 (âmbar-300) em quatro fundos. O hex não muda; a percepção sim — parece mais claro e frio sobre o índigo, mais apagado sobre o papel. Por isso a gente especifica o degrau por contexto, nunca isolado.

sobre tinta
sobre violeta
sobre slate
sobre papel

O contraste, medido — WCAG 2.1

Contraste é a conta que diz se um texto se lê. Quanto maior o número, melhor; AAA é o nível mais alto. Aqui cada par usado na marca foi medido — não chutado.

Texto / fundoOnde usaContaNível
Papel / tintaCorpo no escuro15.91:1AAA
Névoa / tintaTexto secundário7.80:1AAA
Âmbar / tintaTítulos & acento (degrau 300)7.63:1AAA
Tinta / âmbarTexto de botão8.36:1AAA
Âmbar-texto / papelÂmbar como texto no claro · degrau 6007.06:1AAA
Sinal / tintaSó título grande / UI — pra texto, use o 3003.33:1AA-grande

A marca para quem não enxerga cor igual

Cerca de 8% dos homens confundem verde e vermelho. A boa notícia: o eixo da marca é âmbar (amarelo) × índigo (azul) — e justamente o par azul–amarelo resiste a esse tipo de daltonismo. Abaixo, as seis cores da marca simuladas ao vivo:

Visão típicanormal
índigo sinal
índigo 300
âmbar (sombra)
âmbar brilho
névoa
papel

Âmbar e índigo: matizes opostos.

Protanopia↓ vermelho
índigo sinal
índigo 300
âmbar (sombra)
âmbar brilho
névoa
papel

Quente↔frio intacto — âmbar ≠ índigo.

Deuteranopia↓ verde
índigo sinal
índigo 300
âmbar (sombra)
âmbar brilho
névoa
papel

Igual — azul e amarelo seguem distintos.

Tritanopia↓ azul
índigo sinal
índigo 300
âmbar (sombra)
âmbar brilho
névoa
papel

O par comprime; a claridade segura.

Por que a marca passa: o par âmbar↔índigo é quente↔frio — vive no eixo azul–amarelo, que protanopia e deuteranopia preservam. Só a tritanopia (~0,01%) aperta o par — e aí o contraste de claridade (papel claro sobre tinta escura) e o campo âmbar seguram a leitura. A escolha estética é, por construção, robusta ao daltonismo comum.

As cores de estado — um sistema à parte

A marca (índigo / âmbar / neutro) diz quem a marca é. Este segundo conjunto diz o que a tela está fazendo — deu certo, atenção, erro, info — na convenção universal (verde / âmbar / vermelho / azul), pra o usuário ler na hora. São sistemas diferentes que convivem: por isso cada estado aparece sobre o próprio fundo da marca. Cada um é um par medido (um claro pro escuro, um escuro pro papel), ambos AAA. E cor nunca é o único sinal: todo estado leva ícone + texto.

✓SucessoSuccess · verde
✓ Operação concluída10:1 · AAA
✓ Operação concluída7.3:1 · AAA
▲AvisoWarning · âmbar
▲ Requer atenção10.4:1 · AAA
▲ Requer atenção7.06:1 · AAA
✕ErroError · vermelho
✕ Falha no envio8:1 · AAA
✕ Falha no envio7.4:1 · AAA
iInfoInfo · azul
i Sincronizando…8.7:1 · AAA
i Sincronizando…7.9:1 · AAA

Os estados sob daltonismo — e por que o ícone importa

Os mesmos quatro estados, simulados ao vivo. O ponto: sob protanopia e deuteranopia (≈8% dos homens), verde-sucesso e vermelho-erro se confundem — a armadilha clássica. Por isso o ícone (✓ / ✕) e o texto carregam o sentido; a cor é só reforço.

Visão típicanormal
✓Sucesso ▲Aviso ✕Erro iInfo

Quatro cores distintas.

Protanopia↓ vermelho
✓Sucesso ▲Aviso ✕Erro iInfo

Verde ↔ vermelho colapsam. O ✓ / ✕ resolve.

Deuteranopia↓ verde
✓Sucesso ▲Aviso ✕Erro iInfo

Mesma confusão verde / vermelho.

Tritanopia↓ azul
✓Sucesso ▲Aviso ✕Erro iInfo

Azul / verde deslocam; raro (~0,01%).

A regra que sai disto: nenhum estado depende só da cor. Todo estado = cor + ícone + texto. Sucesso e erro ainda diferem na claridade (verde mais claro, vermelho mais fechado) como segundo sinal — mas é o ícone que garante a leitura sob qualquer daltonismo.
OGS Partners
Âmbar · degrau 300

Engenharia e serviço sob medida — a mão humana, a relação. A cor quente.

OGS Studio
Sinal índigo · degrau 500

Produtos que escalam — o lado digital, o sinal.

OGS Engine
Neutro quente · degrau 700

A casa de máquinas — a infra que sustenta tudo.

3.6 As letras Bringhurst

Uma letra humana + uma letra de máquina.

A dupla vem da função: a grotesca de sistema é a voz humana (a frase); a monoespaçada é a voz da máquina (dados, código, open source, PT·EN). Em cima disso, o ritmo: tamanhos que seguem uma escala, linha na medida certa e respiro constante.

Voz humana / Grotesca system-ui · 800
Aa
Regular 400Semibold 600Bold 800

Direta e humana. Peso alto e espaçamento fechado carregam a personalidade.

Voz da máquina / Mono monospace · 500
ABCDEFGHIJ · abcdefghij · 0123456789
RÓTULO · LABELr = r₀·e^kθ
PT · ENFuture-Ready
ENGINE.STATUSonline ›

Maiúsculas espaçadas (+0.2em) — o jeito certo de assentar capitais.

A escala · cada passo × 1.25 13 · 16 · 20 · 25 · 31 · 39 · 49 · 61 · 76 · 96 px
96Tecnologia que leva
61o seu negócio além
39Título de seção
25Subtítulo aplicado
16Corpo de texto — a base do sistema (1rem).
13Legenda & metadados
Linha de 45–75 caracteres (alvo ~66)Entrelinha do corpo 1.5Títulos 0.98–1.05
Aplicado título · corpo · legenda

A barreira da PME não é desconhecer IA — é não saber colocar pra rodar.

96% das pequenas empresas conhecem IA generativa; só 15% usam com frequência. A OGS existe pra fechar essa brecha: traduzir tecnologia em resultado pra quem não sabe fazer sozinho. A largura desta coluna fica entre 45 e 75 caracteres, como manda o ritmo de leitura.

Fonte · SEBRAE/FGV/Google, 2025

3.7 Governança Wheeler

O dono de cada decisão — e como usar.

O que mantém o sistema coerente com o tempo: de onde vem cada decisão (a referência por trás dela) e a regra de cada uso. Mesmo com gente diferente mexendo, tudo fecha de volta na crença.

→Os cânones — o dono de cada decisão

SinekNarrativa

Começar pelo porquê. A crença antes do produto.

WheelerSistema

Ideais da marca, arquitetura de uma casa, governança.

NeumeierPercepção

Substância acima do hype — a sensação de estar pronto pro futuro.

AnholtPosicionamento

Democratizar tecnologia de ponta; três marcas, papéis distintos.

KapfererOs seis lados

Seis lados da identidade — do que mostra ao que o cliente reflete.

MunsellNotação de cor

Matiz / claridade / saturação — cor ordenada, não hex solto.

IttenContrastes

Quente-frio + complementar; o acento fica em ¼ da área.

AlbersRelatividade

Cor é contexto. Âmbar especificado por fundo.

BringhurstTipografia

Escala, medida 45–75, ritmo, capitais espaçadas.

WCAG 2.1Acesso

Todo par de texto se lê (≥ 4.5:1, ou 3:1 grande/UI).

OGSDireção

Índigo lidera, âmbar assina; verde só nos estados.

→Como usar — fazer e não fazer

Fazer

  • Âmbar como bloco preenchido com texto escuro, ou como texto sobre fundo escuro.
  • Âmbar-texto (#704A02, degrau 600) quando precisar de âmbar como texto no claro.
  • Estado sempre como cor + ícone + texto — a cor é reforço, nunca o único sinal.
  • Acento em ≤ ¼ da área — deixar o índigo respirar.
  • Símbolo sempre com folga em volta; usar a versão mono quando for uma cor só.

Não fazer

  • Âmbar vivo como texto fininho sobre papel (não se lê — use o degrau 600).
  • Verde na identidade da marca — ele só existe nos estados (sucesso).
  • Azul como protagonista — é apoio, não o rosto.
  • Encher a sombra de detalhe: o âmbar é só célula cheia, nada mais.
  • Mudar a atitude da nave — ela sobe pra frente, sempre no mesmo ângulo.

3.8 Touchpoints Wheeler

Onde a marca encosta no mundo.

Touchpoint é todo lugar onde alguém esbarra na OGS — o botão que ele clica, o app no escuro, a proposta no papel. Tudo no mesmo tom: âmbar só como bloco preenchido (contraste garantido), índigo pro digital, direto e legível.

→Papelaria & assinatura

A mesma assinatura no papel e na tela — no escuro (cartão) e no claro (timbrado, e‑mail). O fio âmbar encosta em cada peça: a corrente do guia vira objeto. Âmbar só no fio, no cockpit e no S — nunca como texto fininho sobre papel. A assinatura de e‑mail é viva: preencha os campos abaixo dela e copie ou baixe a sua, pronta pro Zoho Mail.

Cartão de visita · 85 × 55 mm
OGStech
OGStech
Odenir Gomes
Fundador · Tecnologia
contato@useogs.com
+55 11 98888‑0000
useogs.com
Papel timbrado · A4
OGStech
useogs.com
São Paulo · Brasil
Proposta · Implementação de IA aplicada

Olá, Marina — segue o escopo do projeto que tira a IA da teoria e planta o SaaS a partir da implementação.

OGS techcontato@useogs.com · useogs.com
Assinatura de e‑mail

Qualquer dúvida, é só responder este e‑mail.
Abraço,

Odenir Gomes
Fundador · OGS tech
contato@useogs.com · +55 11 98888‑0000
useogs.com
Your business. Further. Future‑Ready.

O que você digita atualiza o modelo acima. Copiar e colar em Zoho Mail → Configurações → Assinaturas (no Gmail e Outlook, o mesmo caminho) — ou baixar o arquivo com as instruções dentro.

→Componentes

Botões & etiquetas
IA aplicada Open source PT · ENFuture-Ready
Card de produto
OGS Studio

Produtos que nascem colados a um serviço de implementação — a ponte que tira a IA da teoria.

Número em destaque
96%
15%

conhecem IA · usam com frequênciaSEBRAE/FGV/Google · 2025

Campo & foco

Foco visível em âmbar — quem navega pelo teclado nunca se perde.

→Downloads — os arquivos oficiais

O símbolo nas quatro versões e o lockup com o nome (horizontal e empilhado, no claro e no escuro), pra baixar direto daqui: SVG (vetor — site, impressão, qualquer escala) e PNG com fundo transparente (apresentação, redes, avatar). Os arquivos saem do mesmo desenho oficial deste guia — sempre a versão certa, sem pasta perdida no drive. No lockup, o nome usa a grotesca do sistema (a spec da marca): no SVG o texto acompanha a fonte de quem abrir; o PNG já sai com o desenho fixado.

PrimárioÍndigo · sombra âmbar · pro fundo claro
InvertidoPapel · sombra âmbar · pro fundo escuro
Mono tintaUma cor, sem âmbar · gravação
Mono claroUma cor no escuro · carimbo
OGStech
Lockup horizontal · claroSímbolo + nome · pro fundo claro
OGStech
Lockup horizontal · escuroSímbolo + nome · pro fundo escuro
OGStech
Lockup empilhado · claroSímbolo sobre o nome · fundo claro
OGStech
Lockup empilhado · escuroSímbolo sobre o nome · fundo escuro

→Redes sociais — o avatar e a capa

As peças pra sentar e preencher os três perfis. Um avatar só serve as três — 512×512, a marca ocupando 80% da largura, que é a folga medida pra ela não ser cortada pelo recorte circular do LinkedIn e do X nem pelo quadrado arredondado do GitHub. As capas são duas composições diferentes, não a mesma redimensionada: o cabeçalho do X é 3:1 e a capa do LinkedIn é uma fresta de 5,9:1, e o que cabe numa não cabe na outra. Em todas, a marca preenchida aparece uma vez só no perfil — no avatar; a capa leva o contorno dela, que é a mesma planta do diagrama de construção da 3.1, mais o nome. O mockup mostra o avatar no lugar exato onde cada rede o encaixa.

LinkedInCapa 3024×512 · avatar em círculo
5,9:1zona morta 18%
XCabeçalho 1500×500 · avatar em círculo
3:1zona morta 25%
GitHubOrganização · avatar em quadrado arredondado
500×500sem capa

A foto das capas vai embutida no arquivo, e isso é medido e não preferido: um SVG aberto como imagem roda em modo estático e nunca busca recurso externo — um endereço lá dentro desenharia o ícone de imagem quebrada, e o PNG sairia com o ícone. Fonte: Pexels, licença livre para uso comercial.

→Vídeos — a assinatura em movimento

A mesma animação deste guia, renderizada em MP4 de 3,2 s (nenhum passa de 120 KB), pronta pro canal certo: 16:9 pra abertura de vídeo e apresentação, 9:16 pra Stories e Reels, 1:1 pro feed, e o símbolo em loop — 3,45 s de laço perfeito, o vão respirando de uma a cinco células — pra avatar e tela de espera. Os quatro primeiros vêm com som ou mudos; o loop sai só mudo, porque trilha repetindo em avatar cansa. Arquivos servidos da pasta motion/ deste site — baixe direto. Junto deles, e diferente deles, está a estreia: um filme de 14,3 s em 9:16 que anuncia a marca nova — três perguntas socráticas, a marca se montando como resposta e o endereço. Não é vinheta reutilizável, é peça de ocasião única; sai só mudo, porque a trilha dos atos de texto ainda não foi eleita.

OGStech
Vídeo · horizontal claroAbertura no fundo claro · som ou mudo
16:9
OGStech
Vídeo · horizontal escuroAbertura no fundo escuro · som ou mudo
16:9
OGStech
Vídeo · empilhado 1:1Feed quadrado · posts · som ou mudo
1:1
OGStech
Vídeo · empilhado 9:16Stories · Reels · TikTok · som ou mudo
9:16
Tecnologia que leva o seu negócio além.
Vídeo · a estreia 9:16O anúncio da marca nova · 14,3 s · três perguntas e a assinatura · só mudo
9:1614,3 s
Vídeo · símbolo em loopAvatar · tela de espera · corte limpo · só mudo
1:1loop