Guia de Marca · OGS tech · Ed. 03
Tecnologia que
leva o seu negócio
além ›››
A gente junta marca, produto e IA num pacote só — e transforma isso em resultado pra pequena e média empresa. Sem software solto, sem design solto.
Your business. Further. Future‑Ready.
Sumário
a marca em uma telaAntes de tudo, o resumo: o que é a marca em uma frase, o símbolo, e o mapa de leitura. Se você tem dois minutos, é só esta parte que importa.
0 A ideia toda
A OGS é o parceiro de tecnologia da pequena empresa.
A gente traduz IA em resultado para quem não sabe fazer sozinho — marca, produto e implementação numa entrega só.
É uma nave. Em pixels.
Uma nave em pixels subindo pra frente e pra cima — leva o negócio além, que é exatamente o que a OGS faz com a tecnologia da sua empresa: pega e faz decolar. O entalhe na traseira é o mesmo ››› do slogan, virado forma. E o cockpit âmbar é quem está no comando — o mesmo âmbar que aparece em tudo.
Ver o símbolo por inteiro →O que descobrimos olhando os números — com fonte e ano.
O que a gente vai fazer com isso — e por quê.
Como a marca se parece e fala — o sistema todo.
Pesquisa
o que descobrimosAntes de inventar moda, a gente foi olhar os números: quanto vale o mercado, o que as empresas querem e quem já está lá. Tudo com fonte e ano — nada de achismo. É o chão em que a marca foi construída.
1.1 O tamanho do mercado ABES/IDC · SEBRAE
Mercado grande — mas crescendo mais devagar.
O bolso de tecnologia do Brasil é enorme e ainda cresce. Só que a maré está perdendo força. Tradução: daqui pra frente, crescer é tirar espaço dos outros — não só pegar carona no bolo aumentando.
→Quanto desse mercado a OGS pode mirar
Não existe número público de "quanto a PME gasta com tecnologia" (essa lacuna a gente confirmou). Então o funil abaixo é um chute com conta — premissas explícitas, ancoradas no teto que já está verificado. O âmbar marca a fatia que a marca realmente assina.
Pra fechar o funil faltam dois números sem fonte pública confiável: (a) quanto uma PME/startup gasta por ano em tecnologia; (b) o tamanho do mercado de software houses pra PME. O certo é validar com dado da própria OGS (ticket médio real × clientes alcançáveis) antes de cravar meta.
Dos ~22 milhões de pequenos negócios, ~78% das aberturas de 2024 foram MEI — orçamento de tecnologia ≈ zero. O cliente que paga é o pedaço estruturado: PME formalizada + as 20 mil startups ativas (SaaS é o modelo nº 1, 39%). É menor do que parece — mas tem ticket e recorrência de verdade.
1.2 A demanda e a brecha SEBRAE/FGV/Google
Todo mundo conhece IA. Quase ninguém usa.
Esta é a tensão que dá razão de existir à OGS. Guarde este número — ele volta na estratégia e até no UI Kit.
96% conhecem IA · só 15% usam direito
96% das micro e pequenas empresas dizem conhecer IA generativa. Mas só 15% usam com frequência (contra 35% das médias e grandes). O SEBRAE explica: o problema é "falta de orientação", não falta de acesso.
Ou seja: a barreira do cliente não é desconhecer tecnologia — é não saber como colocar pra rodar. Isso prova que existe demanda por IA aplicada + serviço, não por software cru jogado por cima do balcão. É a ponte que um híbrido (marca + tech) sabe construir.
→PME e startup compram de jeitos diferentes
| PME estruturada | Startup | |
|---|---|---|
| O que precisa | Digitalizar a operação, ganhar eficiência, cortar custo e erro | Construir produto, escalar, time de engenharia enxuto |
| O que faz comprar | Uma dor concreta (fiscal, vendas, gestão) + alguém que implemente | Velocidade de lançar, captação, pressão de roadmap |
| O modelo que prefere | SaaS pronto + serviço de implementação | SaaS (39%) e desenvolvimento sob medida |
| Onde encaixa na OGS | Studio (produto) + Partners (implementação) | Partners (engenharia sob medida) + Engine |
A porta está aberta: maturidade digital no meio do caminho (35 de 80), 44% já usam alguma IA no dia a dia e 75% vendem por canais digitais. Só falta quem conduza a jornada com profundidade.
1.3 Quem já está lá imprensa de negócios
Os grandes são fortes em gestão — e fracos onde a OGS entra.
Os consolidadores dominam o topo de "tecnologia pra PME". Não são rivais em cada negócio — são a régua da ambição. Como vivem de ERP/gestão, deixam aberto o flanco de IA aplicada + marca + serviço.
Os valores aqui vêm de imprensa de negócios séria, mas não passaram pela checagem tripla das outras seções. Trate como "reportado por", fonte única — reconfirme nos balanços da B3 antes de decisão de peso.
| Quem | Porte / movimento | Base & foco | Fonte |
|---|---|---|---|
| TOTVS B3 · TOTS3 | R$ 5,38 bi (2024, +17,5%) | ~88% da receita é recorrente; ERP, RD Station, techfin | TI Inside, 2025 |
| Omie privada · VC | Série D US$ 150M · val. US$ 700M | ~180 mil clientes; ERP na nuvem pra PME; 28 mil contadores como canal | Neofeed / Bloomberg, 2025 |
| Conta Azul adquirida | Visma ~US$ 300M | ~100 mil clientes PME; gestão financeira / ERP | Brazil Journal, 2025 |
| Nuvemshop privada | GMV de PMEs R$ 4,7 bi (2024) | Plataforma de e-commerce pra PME e lojistas | E-Commerce Brasil, 2024 |
O cantinho vazio que a tabela mostra
Os líderes cresceram verticalizando em ERP/gestão, com canal (a Omie tem 28 mil contadores) e dinheiro (Série D, aquisições). Dois aprendizados: (1) escala em tech-pra-PME se constrói com recorrência + canal, não com projeto avulso; (2) quase ninguém entrega IA aplicada + marca + serviço num pacote só. É aí que o híbrido tem ar pra respirar.
Estratégia
o que vamos fazerOlhando os números, aqui está o plano. Primeiro por que a gente existe, depois quem a gente é, e por fim onde jogar pra ganhar. Tudo fecha de volta na crença.
2.1 Por que existimos Sinek
Começa pela crença — e desce até o produto.
Toda decisão da marca parte do meio: a crença. O método e os produtos vêm depois — nunca primeiro. Se começar pelo produto, vira commodity. Por isso o âmbar fica no centro: o porquê é o núcleo.
Toda PME merece tecnologia de ponta.
Não só as gigantes. Levar tecnologia de qualidade pra pequena e média empresa do Brasil é a crença que move tudo.
Um híbrido brand-tech, em PT e EN.
IA aplicada + serviço + open source numa entrega só. A ponte entre a empresa que ouviu falar de IA e a que sabe usá-la.
Partners · Studio · Engine.
Engenharia sob medida, produtos que escalam e a base técnica. O quê é consequência do porquê — nunca o contrário.
→A arquitetura — uma casa, três marcas
O "o quê" do círculo de ouro vira estrutura: uma casa endossa três marcas, mesmo símbolo, papéis distintos.
2.2 As frases oficiais Wheeler · OGS
As frases que não mudam a cada campanha.
Estes são os enunciados oficiais da marca — o que fica registrado e não muda ao sabor do anúncio. Bilíngues por princípio: cada um traz EN e PT lado a lado, porque a marca pensa e entrega nas duas línguas. A letra arredondada diz a frase (voz humana); a mono rotula e traduz (voz da máquina).
E bilíngue de verdade: português e inglês não são tradução de fachada — é como a marca pensa, contrata e documenta. PT · EN é um valor, não um recurso.
Odenir Gomes Solutions·CNPJ 54.705.657/0001-83·São Paulo · Brasil·a empresa por trás da marca OGS tech
2.3 Como nos vemos Kapferer
Seis lados — do que a marca mostra ao que o cliente vê em si.
Um jeito de olhar a identidade por seis lados: o que a marca mostra pra fora × o que ela é por dentro; e o que a marca projeta × o que o cliente reflete de volta. As cores seguem o sistema: âmbar para o que aparece, índigo para o que estrutura por dentro.
SaaS · IA & agentes · open source. O que a marca tem de concreto pra mostrar.
Técnica, ética, direta — moderna e bilíngue. Como seria, se a marca fosse uma pessoa.
Parceria que leva o negócio além. O que a marca propõe ao cliente.
Ética e pessoas em primeiro lugar. O que guia a marca por dentro.
PMEs ambiciosas — inclui negócios de criadores. Como o público aparece.
Empreendedor pronto pro futuro. Como o cliente passa a se ver ao escolher a marca.
2.4 Forças e fraquezas SWOT
Um raio-x honesto — à luz dos dados, não do achismo.
Quatro caixas: no que somos fortes, onde somos frágeis, as portas abertas e os perigos. Cada item vem de um achado da pesquisa. As cores aqui são o sistema de estados (positivo/negativo) — por isso o verde aparece: é estado, não marca.
◆ Forças
- Híbrido brand-tech — marca + produto + serviço num pacote que quase ninguém entrega
- Três marcas cobrindo serviço (Partners), produto (Studio) e infra (Engine)
- IA aplicada + open source no centro — a categoria que mais cresce (+30%/ano)
- Método e identidade próprios num setor de fornecedores tudo igual (94,5% micro/pequenas)
◆ Fraquezas
- Escala — os rivais têm centenas de milhares de clientes e Série D de 9 dígitos
- Sem canal de distribuição comparável (a Omie tem 28 mil contadores)
- Recorrência a construir — os líderes têm ~88%; projeto avulso não escala
- Dado próprio (ticket, CAC) ainda não consolidado pra fechar o funil
◆ Oportunidades
- A brecha da IA — 96% conhecem, 15% usam. Demanda por quem implementa
- Espaço pra digitalizar — maturidade no meio (35/80), 22 mi de negócios
- Consolidação (+71% de fusões) abre espaço pra se posicionar ou ser comprado
- Quanto mais IA vira commodity, mais valem marca, integração e confiança
◆ Ameaças
- Consolidadores com caixa descendo pra IA e serviço
- IA e no-code empurrando preço pra baixo na base
- Desaceleração — de +18,5% pra +5,3% previsto em 2026
- Guerra por talento de engenharia/IA com players bem financiados
A leitura que decide tudo (força × oportunidade)
A força "híbrido brand-tech" encontra a oportunidade "brecha da IA": o mercado não precisa de mais um SaaS nem de mais uma agência — precisa de quem traduza IA em resultado pra PME que não sabe fazer sozinha. É um terreno onde a escala importa menos (nicho de serviço + produto) e onde os grandes são fracos (presos a ERP/gestão).
2.5 O plano em 5 passos
Cinco movimentos que saem direto dos dados.
Não é tudo que a OGS pode fazer — é onde os dados dizem pra focar primeiro. Cada passo fecha de volta no porquê.
Onde entrar: a PME que quer IA mas não sabe implementar
Não brigar por volume na base (MEI, faça-você-mesmo) nem de frente com os grandes em ERP. Mirar o meio esquecido: PME formalizada e startup, nos 85% que não usam IA com profundidade. Demanda comprovada, flanco aberto dos líderes.
O que vender: "IA que vira resultado" — não software, não design
Vender o que o híbrido faz e o rival não: marca + produto + implementação de IA numa entrega só. A marca deixa de ser linha separada e vira o diferencial que protege contra a commodity.
Como cobrar: construir recorrência, não viver de projeto
Os líderes têm ~88% de receita recorrente. Usar o Partners (implementação) como porta de entrada e converter pra Studio (assinatura) — o projeto planta o SaaS. O Engine (open source) sustenta margem e credibilidade.
Como chegar: resolver a fraqueza de canal
A maior desvantagem contra Omie/TOTVS é distribuição. Desenhar um canal próprio (parcerias de setor, contadores, comunidades, conteúdo e open source como aquisição) antes de escalar a oferta.
O que medir: os 4 números que importam
① Receita recorrente (%) — sair do projeto rumo ao SaaS · ② Ticket médio e CAC reais — pra fechar o funil · ③ Conversão Partners→Studio — o motor do modelo · ④ Profundidade de uso de IA do cliente — a prova de que a OGS fecha a brecha dos 15%.
Cuidados · "TI" (US$ 67,8 bi) ≠ "TIC" (US$ 96,5 bi, inclui telecom) — não somar. Previsão ≠ realizado. Concorrência é fonte única — reconfirmar nos balanços da B3.
Identidade
como a marca se parece e falaAgora a parte que se vê e se ouve: o símbolo, a direção visual, as cores, as letras e como tudo se junta no mundo. Nada aqui é enfeite — cada escolha diz algo da estratégia.
3.1 O símbolo
A grade é a engenharia. A nave é pra onde ela leva.
O cockpit âmbar é quem está no comando — o cliente. A atitude não é gosto: é a razão 2:1 — dois passos à frente pra cada um pra cima. Sobe sem parar de avançar.
→As versões
Quatro versões cobrem tudo. As coloridas usam uma cor de marca + o cockpit âmbar. As mono são uma tinta só, sem âmbar — pra gravação, baixo relevo e qualquer reprodução barata.
→Como a nave é construída
A nave não é um bitmap desenhado à mão — ela nasce como polígono contínuo e é rasterizada na grade por código. É o inverso de 1978, quando o sprite nascia em papel quadriculado e virava hex na ROM. Abaixo, o polígono original por cima das células que ele acendeu: quatro pontos no corpo — o bico, duas pontas de cauda e o entalhe que morde a traseira — mais o retângulo do cockpit. Atitude fixa: 2:1, dois passos à frente pra cada um pra cima, que dá 26,57° subindo pra direita. A consequência prática de nascer polígono: mudar a densidade da grade é mudar um número, não redesenhar.
→Do avatar ao favicon de 16px
O teste decisivo: o cockpit não pode ser engolido pelo corpo no tamanho mínimo. Aqui a nave em pixels reais — e aos 16 e 24 px entra um desenho mais curto, numa grade de 9, com o cockpit proporcionalmente maior. Não é o padrão encolhido: é outro desenho, porque com nove células o entalhe do padrão comeria a traseira inteira.
→Três grades, uma nave
A nave não tem uma contagem de pixels fixa: tem três grades. E a escolha é pelo tamanho da célula na tela, não pelo tamanho do logo. Abaixo, as três na mesma largura — é o único jeito de a densidade aparecer como densidade.
Na dúvida, 14×14. É a grade de trabalho e cobre de 32 a 120 px — lockup, papelaria, cartão, e‑mail, avatar. Abaixo de 32 px entra o 9×9, que é outro desenho (é o que a seção acima demonstra). Acima de 120 px entra o 28×28, que não é outro desenho: é o mesmo polígono amostrado duas vezes mais fino — a abertura desta página, o painel ao vivo da seção 3.1 e os vídeos da assinatura oficial rodam nele. Se dois pontos da marca parecem trazer logos diferentes, a primeira coisa a conferir é a grade: quase sempre é nave igual, densidade diferente.
→Com o nome: o lockup
O símbolo carrega sozinho. Com o nome, fecha a assinatura: símbolo + OGS tech na mesma grotesca do guia. O nome corre sólido; o descritor tech puxa o âmbar — o mesmo sinal do cockpit, costurado de novo. Horizontal pra assinaturas largas; empilhado (símbolo → OGS → tech) pra espaços quadrados.
→O símbolo em movimento
A mesma grade, agora no tempo: os pixels acendem em sequência ao longo do eixo de subida, o cockpit âmbar acende por último e a nave decola — e não para. À esquerda, a animação ao vivo — CSS puro, o mesmo desenho que abre esta página, sem nenhum arquivo de vídeo. À direita, a assinatura oficial em vídeo, com a trilha sonora — clique no play pra assistir com som. Os arquivos pra download estão em Touchpoints.
A nave é uma grade de células chapadas, sem contorno e sem anti-alias. Reproduz em bordado, gravação, fax e favicon — sem variante de reserva.
O âmbar é cabine, não adorno: massa concentrada no bico, que sobrevive aos 16px. É o mesmo âmbar do tech no nome e dos sinais da tela.
Nove células no favicon, catorze na interface, vinte e oito no letreiro. A nave nasce polígono e é rasterizada por código — mudar a grade é mudar um número, não redesenhar.
3.2 A direção visual
Quatro pilares que toda decisão precisa servir.
A aparência traduz o posicionamento: sólida e confiável, com calor humano — tecnologia de verdade, acessível à PME, sem virar "mais uma startup de IA".
Solidez técnica
Tecnologia de verdade, não hype. Base escura, estrutura firme.
Acessível
Coisa de gente grande sem intimidar. Texto legível, tom direto, âmbar que acolhe.
Moderna
IA e automação, futuro próximo — não ficção científica.
Ética & pessoas
Calor humano dentro do contexto tech. Luz quente, gente real.
3.3 Texturas
Quatro padrões que dizem algo — não decoram.
Cada textura carrega uma ideia: sistema, máquina, futuro próximo e dados.
3.4 Fotografia
Gente real, luz quente, ambiente técnico frio.
Documental, não banco de imagem. Luz âmbar sobre pessoas e mãos, contra fundos de índigo profundo — a mesma dualidade quente/frio da paleta.
3.5 As cores Munsell · Itten · Albers · WCAG
Cor medida, não escolhida no escuro.
Índigo lidera; âmbar assina; verde só em estado — nunca na identidade. Mas o método é o que importa: as cores são derivadas de uma única régua de claridade — não escolhidas e rotuladas depois. E cada par de texto foi medido (a conta de contraste do WCAG), pra garantir que se lê.
A régua — 11 degraus de claridade · 3 famílias
Pensa numa escada de claridade: todas as cores moram nela. As cores que a marca já usava viraram degraus marcados — não hexes soltos. Mexeu de cor? Sobe ou desce o degrau, não inventa um novo. O ouro antigo saiu: era um ponto solto, fora de qualquer rampa.
Por que âmbar e índigo combinam — Itten
A cor é relativa — Albers
O mesmo #E39C19 (âmbar-300) em quatro fundos. O hex não muda; a percepção sim — parece mais claro e frio sobre o índigo, mais apagado sobre o papel. Por isso a gente especifica o degrau por contexto, nunca isolado.
O contraste, medido — WCAG 2.1
Contraste é a conta que diz se um texto se lê. Quanto maior o número, melhor; AAA é o nível mais alto. Aqui cada par usado na marca foi medido — não chutado.
| Texto / fundo | Onde usa | Conta | Nível |
|---|---|---|---|
| Papel / tinta | Corpo no escuro | 15.91:1 | AAA |
| Névoa / tinta | Texto secundário | 7.80:1 | AAA |
| Âmbar / tinta | Títulos & acento (degrau 300) | 7.63:1 | AAA |
| Tinta / âmbar | Texto de botão | 8.36:1 | AAA |
| Âmbar-texto / papel | Âmbar como texto no claro · degrau 600 | 7.06:1 | AAA |
| Sinal / tinta | Só título grande / UI — pra texto, use o 300 | 3.33:1 | AA-grande |
A marca para quem não enxerga cor igual
Cerca de 8% dos homens confundem verde e vermelho. A boa notícia: o eixo da marca é âmbar (amarelo) × índigo (azul) — e justamente o par azul–amarelo resiste a esse tipo de daltonismo. Abaixo, as seis cores da marca simuladas ao vivo:
Âmbar e índigo: matizes opostos.
Quente↔frio intacto — âmbar ≠ índigo.
Igual — azul e amarelo seguem distintos.
O par comprime; a claridade segura.
As cores de estado — um sistema à parte
A marca (índigo / âmbar / neutro) diz quem a marca é. Este segundo conjunto diz o que a tela está fazendo — deu certo, atenção, erro, info — na convenção universal (verde / âmbar / vermelho / azul), pra o usuário ler na hora. São sistemas diferentes que convivem: por isso cada estado aparece sobre o próprio fundo da marca. Cada um é um par medido (um claro pro escuro, um escuro pro papel), ambos AAA. E cor nunca é o único sinal: todo estado leva ícone + texto.
Os estados sob daltonismo — e por que o ícone importa
Os mesmos quatro estados, simulados ao vivo. O ponto: sob protanopia e deuteranopia (≈8% dos homens), verde-sucesso e vermelho-erro se confundem — a armadilha clássica. Por isso o ícone (✓ / ✕) e o texto carregam o sentido; a cor é só reforço.
Quatro cores distintas.
Verde ↔ vermelho colapsam. O ✓ / ✕ resolve.
Mesma confusão verde / vermelho.
Azul / verde deslocam; raro (~0,01%).
Engenharia e serviço sob medida — a mão humana, a relação. A cor quente.
Produtos que escalam — o lado digital, o sinal.
A casa de máquinas — a infra que sustenta tudo.
3.6 As letras Bringhurst
Uma letra humana + uma letra de máquina.
A dupla vem da função: a grotesca de sistema é a voz humana (a frase); a monoespaçada é a voz da máquina (dados, código, open source, PT·EN). Em cima disso, o ritmo: tamanhos que seguem uma escala, linha na medida certa e respiro constante.
Direta e humana. Peso alto e espaçamento fechado carregam a personalidade.
Maiúsculas espaçadas (+0.2em) — o jeito certo de assentar capitais.
A barreira da PME não é desconhecer IA — é não saber colocar pra rodar.
96% das pequenas empresas conhecem IA generativa; só 15% usam com frequência. A OGS existe pra fechar essa brecha: traduzir tecnologia em resultado pra quem não sabe fazer sozinho. A largura desta coluna fica entre 45 e 75 caracteres, como manda o ritmo de leitura.
Fonte · SEBRAE/FGV/Google, 20253.7 Governança Wheeler
O dono de cada decisão — e como usar.
O que mantém o sistema coerente com o tempo: de onde vem cada decisão (a referência por trás dela) e a regra de cada uso. Mesmo com gente diferente mexendo, tudo fecha de volta na crença.
→Os cânones — o dono de cada decisão
Começar pelo porquê. A crença antes do produto.
Ideais da marca, arquitetura de uma casa, governança.
Substância acima do hype — a sensação de estar pronto pro futuro.
Democratizar tecnologia de ponta; três marcas, papéis distintos.
Seis lados da identidade — do que mostra ao que o cliente reflete.
Matiz / claridade / saturação — cor ordenada, não hex solto.
Quente-frio + complementar; o acento fica em ¼ da área.
Cor é contexto. Âmbar especificado por fundo.
Escala, medida 45–75, ritmo, capitais espaçadas.
Todo par de texto se lê (≥ 4.5:1, ou 3:1 grande/UI).
Índigo lidera, âmbar assina; verde só nos estados.
→Como usar — fazer e não fazer
Fazer
- Âmbar como bloco preenchido com texto escuro, ou como texto sobre fundo escuro.
- Âmbar-texto (#704A02, degrau 600) quando precisar de âmbar como texto no claro.
- Estado sempre como cor + ícone + texto — a cor é reforço, nunca o único sinal.
- Acento em ≤ ¼ da área — deixar o índigo respirar.
- Símbolo sempre com folga em volta; usar a versão mono quando for uma cor só.
Não fazer
- Âmbar vivo como texto fininho sobre papel (não se lê — use o degrau 600).
- Verde na identidade da marca — ele só existe nos estados (sucesso).
- Azul como protagonista — é apoio, não o rosto.
- Encher o cockpit de detalhe: o âmbar é só uma célula cheia, nada mais.
- Mudar a atitude da nave — ela sobe pra frente, sempre no mesmo ângulo.
3.8 Touchpoints Wheeler
Onde a marca encosta no mundo.
Touchpoint é todo lugar onde alguém esbarra na OGS — o botão que ele clica, o app no escuro, a proposta no papel. Tudo no mesmo tom: âmbar só como bloco preenchido (contraste garantido), índigo pro digital, direto e legível.
→Papelaria & assinatura
A mesma assinatura no papel e na tela — no escuro (cartão) e no claro (timbrado, e‑mail). O fio âmbar encosta em cada peça: a corrente do guia vira objeto. Âmbar só no fio, no cockpit e no S — nunca como texto fininho sobre papel. A assinatura de e‑mail é viva: preencha os campos abaixo dela e copie ou baixe a sua, pronta pro Zoho Mail.
+55 11 98888‑0000
useogs.com
São Paulo · Brasil
Olá, Marina — segue o escopo do projeto que tira a IA da teoria e planta o SaaS a partir da implementação.
Qualquer dúvida, é só responder este e‑mail.
Abraço,
useogs.com
O que você digita atualiza o modelo acima. Copiar e colar em Zoho Mail → Configurações → Assinaturas (no Gmail e Outlook, o mesmo caminho) — ou baixar o arquivo com as instruções dentro.
→Componentes
Produtos que nascem colados a um serviço de implementação — a ponte que tira a IA da teoria.
conhecem IA · usam com frequênciaSEBRAE/FGV/Google · 2025
Foco visível em âmbar — quem navega pelo teclado nunca se perde.
→Downloads — os arquivos oficiais
O símbolo nas quatro versões e o lockup com o nome (horizontal e empilhado, no claro e no escuro), pra baixar direto daqui: SVG (vetor — site, impressão, qualquer escala) e PNG com fundo transparente (apresentação, redes, avatar). Os arquivos saem do mesmo desenho oficial deste guia — sempre a versão certa, sem pasta perdida no drive. No lockup, o nome usa a grotesca do sistema (a spec da marca): no SVG o texto acompanha a fonte de quem abrir; o PNG já sai com o desenho fixado.
→Vídeos — a assinatura em movimento
A mesma animação deste guia, renderizada em MP4 de 3,2 s (nenhum passa de 115 KB), pronta pro canal certo: 16:9 pra abertura de vídeo e apresentação, 9:16 pra Stories e Reels, 1:1 pro feed, e o símbolo em loop — 2,3 s de laço perfeito — pra avatar e tela de espera. Os quatro primeiros vêm com som ou mudos; o loop sai só mudo, porque trilha repetindo em avatar cansa. Arquivos servidos da pasta motion/ deste site — baixe direto.